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Anos 50
O pós-guerra trouxe para a vida das pessoas uma atmosfera de festa, comemoração e consumismo. As privações de guerra
tinham ficado para trás, e o presente acenava favoravelmente para um tempo de fartura. A televisão fez surgir estrelas em seriados como "I Love Lucy". Os
valores explorados em seus capítulos eram admirados pelas mulheres, que se esforçavam em ser boas donas-de-casa e mães. Com mais tempo livre, já que a
tecnologia colocara ao alcance de todos bens como fornos elétricos e refrigeradores modernos, elas também podiam de se dedicar mais à família e à beleza. Os
Ícones do cinema, música e sociedade se empenhavam em mostrar sensualidade (Marilyn Monroe, Brigitte Bardot e Elvis Presley) ou elegância, vestidos em roupas
de estilistas como Chanel. |
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Christian Dior havia lançado seu New Look na década anterior, mas foi nos anos 50 que
ele atingiu sua glória. Os casaquinhos ajustados combinados com as saias amplas eram exemplos de feminilidade absoluta. A isso se somou a invenção do "stiletto" (salto
agulha) por Charles Jourdan, em 1951. Os criadores abusavam desse conceito até conseguirem salto mais alto! A cartela de cores era a mais vasta possível, sempre com a intenção de
combinar acessórios e peças de roupas nos mesmos tons. A indústria percebeu os adolescentes como um novo foco de consumo. Influenciados por filmes como "Rebelde sem
Causa", eles criaram uma moda distinta, inspirada em seus ídolos. As atividades ao ar livre, e uma crescente pressão pelo visual, impulsionaram essas tendências nas gerações
mais jovens por todas as décadas seguintes.. |
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